BESTIAL GENOCIDE > Black/Death Metal


A Bestial Genocide surgiu nos pensamentos da guitarrista Lurrane Gomes com a proposta de ser um projeto de Death Metal e em 28 de setembro de 2014, após ter convidado Diego Luiz (bateria), Edih Sjöfn (vocal) e Leo Sepultura (baixo), aconteceu o primeiro ensaio com a composição da faixa Cruel Death (composição de Edih Sjöfn). Aparentemente tudo correria bem. Membros convidados e convocados a ensaiar. O único obstáculo era somente o baixo: Leo estava sem o instrumento e pediu para os demais membros conseguirem um emprestado para aquele primeiro momento. Encontrar quem o emprestasse não foi algo complicado, pois a vocalista Edih pedira emprestado ao amigo Renan Peres, que emprestaria o instrumento e compareceria ao primeiro ensaio para apoiar a sua amiga em seu momento. Acontece que Leo não compareceu ao ensaio, que iniciou com os demais membros. Renan, incomodado com o vazio que as cordas deixavam, tomou a iniciativa de ligar o seu instrumento e acompanhar os riffs feitos pela guitarrista. A partir daquele momento a Bestial Genocide ganhava um novo baixista.
Nos momentos posteriores ao primeiro encontro do projeto, a guitarrista alegou a necessidade de mais uma guitarra para manter sólida a base dos riffs. Foi então que o baixista convidou Wemerson Almeida para se juntar à Bestial.

No segundo ensaio, Cruel Death foi modificada para que alguns riffs se encaixassem melhor dentro do gênero proposto pelo projeto. Essa versão durou mais alguns poucos ensaios.
O terceiro fato de grande importância para a história da Bestial Genocide foi a saída de Lurrane Gomes. Para este momento é válido destacar as dificuldades que ela enfrentava com a distância para comparecer aos ensaios – Lurrane era da Serra e os demais de Cariacica – e alguns problemas de cunho pessoal que foram o estopim de sua saída.

As composições musicadas a seguir, trouxeram para a Bestial uma temática que ia além do metal da morte. Algumas críticas vestidas de metáforas e as próprias abordagens que estas metáforas traziam para as letras acrescentaram ao projeto uma pegada da vertente mais obscura e agressiva do metal: o Black Metal. Para atender a essa nova proposta, Edih rasgou o seu vocal e os instrumentos foram acelerados, originando a pegada atual da Bestial.

No dia 11 de janeiro de 2015, a Bestial Genocide – que fora convidada a abrir o evento MORBID WARRIORS FEST, no Stone Pub – fez a sua primeira apresentação, ao lado de bandas do cenário underground local: Mystery, Internaldeath, Thorn Storm e Skullfurted. O guitarrista Wemerson Almeida, em entrevista ao Porrada Grind Noise, descreveu em poucas palavras esse primeiro contato da banda com o público: “O primeiro show foi uma das melhores sensações, ocorreu tudo como planejado e conseguimos apoio da galera.”.
Após esse evento (o primeiro do ano no estado do Espírito Santo), por falta de identificação com a proposta, o baterista deixou a banda, que ficou por um tempo sem ensaios. A preocupação e a busca de um substituto eram intensas e Renan fez o convite a Danieltom Vandermas, que topou de imediato a completar a composição atual da banda.

Atualmente a Bestial Genocide possui 7 faixas autorais e homenageia duas grandes bandas com I Burn For You (Nargaroth) e Satã Apareça (Velho). Os trabalhos estão focados nos ensaios das faixas autorais para a gravação de material. A banda ganhou o respeito do público com a sua seriedade e dedicação. Para completar o time insano da Bestial, a guitarrista Lurrane Gomes está retornando aos ensaios para adaptação com as demais faixas e há a possibilidade de que ela permaneça.